Você foi estuprada, abusada sexualmente, você vai querer ter
o filhinho do estuprador ou vai desesperadamente para uma clinica clandestina
onde a taxa de morte materna é muito alta?
Legalizar deixaria mais seguro. Nem
o Papa deve impedir a mulher do seu direito de escolha.
Se não foi desejada, se for até a 12ª semana onde o feto
ainda não tem atividade cerebral, se a criança não terá condições nenhuma de
ser criada.
Talvez abortando evite um sofrimento futuro da família e da
criança.
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